ANO ﷯ gÊNERO:

Teatro Adulto

TEATRO
 SINOPSE A peça conta várias histórias, nas quais os atores alternam momentos de grande emoção, comicidade, lirismo e, por vezes, terror. Três narrativas principais atravessam a peça e várias outras se interpõem a elas. A passagem de uma para outra é rápida e orgânica, sem mudanças de figurino ou de maquiagem. A primeira história trata da morte de Balu, um cãozinho filhote. Na trama, o grupo observa a morte pelos olhos de um garoto, dono do cachorrinho. O pai da criança tenta lhe explicar o que é a morte, seu caráter irreversível e como aceitá-la. A história volta ao passado várias vezes. No desfecho, o Cãozinho Balu chega a um paraíso de flores amarelas, o céu dos cachorros, de onde contará aos espectadores uma grande revelação acerca de Deus. A segunda história se passa num bar, onde três bêbados [sinônimo coloquial fica melhor] e seu fiel garçom conversam sobre a morte; sobre como aproveitar cada dia como se fosse o último; e até sobre o suicídio. Às vezes com argumentos profundos, às vezes com a mais vã “filosofia de boteco”, os quatro personagens estão mais embriagados a cada nova aparição. No entanto, suas falas são cada vez mais lúcidas e sensíveis. O terceiro texto é adaptação de uma bela parábola budista. Na história, uma mulher [evitar aliteração “uma mãe] busca um remédio para a morte do seu filho, até que encontra Buda – mas sob a forma de um malandro carioca. Ele sugere que um simples grão de mostarda, vindo de uma casa onde não tenha morrido ninguém, pode resolver a questão. Ao perceber que em todas as casas há mortos, ela tem a revelação que lhes trará paz. A dramaturgia é composta por textos dos próprios atores, escrito após longa pesquisa sobre o tema da morte. O grupo buscou material na filosofia clássica, na literatura, na medicina, na psicologia e na teologia, onde estudou o Budismo e o Cristianismo, além de textos judaicos e taoistas. Adubo já foi apresentado em aproximadamente 50 cidades brasileiras, do Amapá ao Rio Grande do Sul, sempre muito aplaudido. Já participou de diversos festivais de teatro, no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre, Goiânia, Londrina e em outras cidades. “Em Brasília, onde estreou, em 2005, o espetáculo tornou se uma referência importante para artistas e estudantes de teatro”, informa a produção do Em Cena no Planalto.
VIDEO
 FOTOS
Ficha Criativa Direção: Hugo Rodas Texto: Criação coletiva Elenco Juliano Cazarré André Araújo Rosanna Viegas Pedro Martins
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FOTORIO 2009